Marcos Henrique Camargo

 

2014 – Ser ou não ser, nunca foi a questão

http://e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/article/view/11208

Resumo: o pensamento contemporâneo tem revisado vários preceitos clássicos da filosofia, especialmente a disputa em relação ao ser ou não-ser, entre a metafísica e a sofística. Mesmo parecendo uma questão meramente técnica, ela influi no modo como a filosofia pensa o próprio destino homem – previamente determinado ou sujeito ao acaso da existência. A liberdade ou o destino são ideias que marcaram tanto o antigo homem grego, como os dois milênios de cristianismo.

 

2014 – O conceito como mimesis e a verdade da arte

http://e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/index

Resumo: a filosofia tradicional acredita que o conceito forma conhecimento lógico do real, enquanto a analogia e a mimesis fornecem apenas conhecimentos aparentes, por semelhança formal. Essa discussão é antiga na história do pensamento, mas sempre relembrada. Argumentos de ambos os lados da questão são apresentados aqui para a discussão sobre o significado da verdade.

 

2012 – Para onde vai a estética

http://bocc.ubi.pt/pag/camargo-marcos-para-onde-vai-a-estetica.pdf

Resumo: muitas atividades ao longo do tempo perderam sua validade teórica ou prática e passaram para a história à maneira de registro de curiosidades, como é o caso da alquimia, flogística ou do mesmerismo. Estaria a estética destinada a uma triste e melancólica nota de rodapé na história da arte?

2012 – Gutenberg e o letramento do ocidente

http://www.fecilcam.br/educacaoelinguagens/index.php?pag=atual

Resumo: a intenção deste artigo é discutir a emergência e afirmação da cultura letrada a partir do século XVI europeu com a invenção da imprensa gráfica e as consequências do letramento das populações dos países ocidentais no que se refere às instituições culturais que prepararam a modernidade.

2012 – Arte: uma questão epistemológica

http://e-revista.unioeste.br/index.php/travessias/article/view/6157/4833

Resumo: a arte como uma produção estética demanda pesquisa e desenvolvimento como qualquer outra atividade do conhecimento humano. A questão epistemológica que é abordada aqui se refere ao cientificismo de instituições públicas de fomento à pesquisa, que enxergam a arte em segundo plano, quando comparada a outros ramos da ciência, reservando ao campo estético poucos recursos ao desenvolvimento de suas pesquisas.

 

2011 – Princípios da Aisthesis

http://www.bocc.ubi.pt/pag/camargo-marcos-principios-da-aisthesis.pdf

Resumo: é muito comum ouvir-se dizer que os “princípios da lógica” (identidade, não-contradição, terceiro excluído e causalidade) devem situar-se nos fundamentos estruturais das narrativas, especialmente daquelas advindas da filosofia e das ciências, porque eles garantem a ‘essencialidade’ do saber – que se torna verdadeiro apenas quando considerados os tais princípios. Aristóteles, no entanto, diz que não há pensamento sem imagem; segundo o Estagirita, o pensamento nasce sobre sua base sensível que é a imagem, produzida pelo fenômeno observado e intuída pela mente ao interpretar os perceptos. Assim, com vários séculos de antecipação, Aristóteles reivindica o valor fundante da aisthesis sobre o logos.

 

2011 – A crise da representação moderna

http://www.bocc.ubi.pt/pag/camargo-marcos-a-crise-da-representacao-moderna.pdf

Resumo: a intenção deste artigo é discutir a crise de valores baseados no pensamento moderno, em face do surgimento de uma nova cultura, apelidada de pós-moderna, que se impõe rapidamente às instituições culturais na medida em que sua visão é comunicada globalmente pelas mídias audiovisuais.

 

2009 – As estéticas e suas definições da arte

http://www.fap.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=78

Resumo: este artigo tem por objetivo resumir as definições de arte desenvolvidas ao longo da história pelas várias escolas e tendências estéticas que visaram definir a arte como uma atividade cultural dentre outras, buscando seu lugar de destaque na sociedade. As comparações entre as definições visam explorar as muitas formas de compreender o fenômeno artístico, empreendidas por pensadores de muitas áreas do conhecimento, especialmente da filosofia da arte.