Fabio Luciano Francener Pinheiro

 

2010 – Reflexões sobre o plano e o enquadramento e suas funções na estética do filme.

 

Resumo : Considerações sobre a construção da noção de plano e seu entendimento e apropriação pelos filmes. Em um breve panorama a noção de plano é esboçada e ilustrada com exemplos em que sua aplicação serve a finalidades estéticas em diferentes filmes.

 

2012 – A evolução da noção de autoria no cinema.

 

www.periodicos.unespar.edu.br/index.php/mosaico/article/download/45/pdf

 

Resumo: O artigo aborda a evolução da ideia de autoria no cinema. O percurso passa pelo debate sobre a própria noção de autor nas artes, considerações sobre o cinema primitivo e propriedade das imagens, concentrando-se mais a fundo sobre a defesa de um cinema autoral por parte de críticos e cineastas franceses no pós-Guerra. Política do autor ou Teoria do autor, como também ficou conhecida, a autoria atravessa décadas cercada de polêmicas e tensões, aqui identificadas e sintetizadas.

 

2013 – O uso de imagens de arquivo na ficção histórica contemporânea.

 

http://www.socine.org.br/anais/2013/AnaisDeTextosCompletos(XVII).pdf

Resumo: São raros os filmes de ficção que incorporam imagens de arquivo. O filme narrativo de circulação comercial opta pela encenação, justamente para obter controle sobre suas imagens. Quando integram a narrativa ficcional, imagens nascidas do contato com o mundo histórico tendem a destoar do fluxo narrativo. Filmes históricos recentes como Vincere, A Dama de Ferro e Gonzaga – De pai para Filho incorporam imagens de arquivo seguindo diferentes critérios narrativos e estéticos.

 

2.

2013 – O cinema e as possibilidades de representaçao da memória.

 

http://www.cih2015.eventos.dype.com.br/

Resumo: O Cinema, ficção ou documentário, tornou-se definitivamente um dos lugares da memória – base da identidade humana. Os filmes conservam e elaboram lembranças individuais e coletivas, em formatos clássicos e lineares ou modernos e ambíguos e representam ainda possibilidades de manipulações da memória. O texto trata das diferentes estratégias utilizadas pelo cinema ao abordar e construir a memória.

 

4.

2013 – Lincoln e a construção da monumentalidade no cinema: Griffith, Ford e Spielberg.

 

http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1364509089_ARQUIVO_ANPUH2013LincolncinemaFabioLFP.pdf

Resumo: As representações cinematográficas de Abraham Lincoln são um rico exemplo para se pensar a relação entre cinema e história. Um marco no esforço do cinema em consolidar a imagem pública do político está em O Nascimento de uma Nação (The Birth of a Nation, 1915).  Seu diretor, David W. Griffith, acreditava que o cinema poderia substituir os livros de história. John Ford, cineasta consagrado pelo gênero western, dirige A Mocidade de Lincoln (The Young Mr. Lincoln) em 1939. O filme se concentra no início da advocacia em Springfield, no começo da década de 1830, quando o jovem Abraham Lincoln ainda é um jovem e desconhecido advogado de poucos recursos. O Lincoln de Steven Spielberg, de 2012, dialoga com os filmes de Griffith e Ford. O filme se concentra nos últimos meses de vida do presidente, em 1865, e em seus esforços para aprovar a Nona Emenda, que acabaria com a escravidão nos Estados Unidos.

 

 

2013 – Os desafios para as teorias e conceitos na narração  cinematográfica contemporânea.

 

http://www.cinemaemperspectiva.com.br/cinpers/anais/arquivos/10_Fabio_Luciano_Francener_Pinheiro.pdf

 

Resumo: Discutimos a dificuldade das teorias narrativas do audiovisual em lidar com propostas contemporâneas complexas e sofisticadas, como as reveladas pelas obras de Apichatpong Weerasethakul, Naomi Kawase e Michael Haneke. Para tanto, desenvolve uma síntese de ferramentas e conceitos elaborados e consolidados, como a narração clássica e os arquétipos, complementando com comentários sobre códigos de gênero e narrações moderna e pós-moderna. Estas noções são mobilizadas com a intenção de demonstrar como são limitadas e imprecisas na abordagem das obras dos cineastas mencionados.

2014 – A (re)construção cinematográfica da História em Amistad (1997) e a força dramática da narrativa em primeira pessoa.

 

http://www.socine.org.br/anais/2014/AnaisDeTextosCompletos(XVIII).pdf

Resumo: Cinema e História permitem uma discussão rica e complexa, quando os filmes passam a ser legitimados como fontes históricas. O filme Amistad (1997), de Steven Spielberg, permite ilustrar esta articulação, pois constrói com meios imagéticos e sonoros uma versão de acontecimentos históricos. O trabalho se propõe a expor e criticar, por meio de recursos da Análise Fílmica e Narrativa, esta construção e ainda promover um diálogo com a recepção do filme á época de sua circulação.

 

2014 – Considerações iniciais sobre a Análise Fílmica e seu potencial para a atividade docente.

 

Resumo: Uma breve introdução a noções como plano e enquadramento, com propostas de definição e exemplos extraídos de filmes brasileiros contemporâneos, buscando orientar o docente para a utilização da produção cinematográfica nacional e seus recursos estéticos em sala de aula.